Dá um play? Como os vídeos dominaram as redes sociais?

Dos grandes canais no Youtube às lives realizadas no Stories do Instagram, o vídeo se tornou um dos formatos mais consumido na Internet, como demonstra a pesquisa encomendada pelo Youtube, que apontou que nos últimos quatro anos houve um aumento de 135% no consumo de vídeos na internet, especialmente pelos dispositivos móveis.

Para aproveitar essa tendência, porém, não basta dar o play: é necessário planejamento e entender como o público consome esses vídeos.

Dá um play? Quem assiste aos vídeos online?

Hoje os youtubers estrelam campanhas e participam de eventos que antes eram restritos às grandes estrelas de TV, o que demonstra o quanto a ferramenta de vídeos online e os canais de conteúdos próprios se tornaram parte da rotina de milhares de brasileiros. Mais de 1 bilhão de horas em vídeo são assistidas todos os dias somente no Youtube. No Facebook, por sua vez, são mais de 100 milhões de horas assistidas diariamente, enquanto o Instagram ultrapassa os 500 milhões de espectadores diários. Números impressionantes e que devem ser considerados por qualquer marca.

Os vídeos oferecem uma maneira de prender a atenção do público por mais tempo, o que pode ser valioso para conquistar uma identificação com a marca e aumentar o alcance das suas publicações e usuários. 78% dos usuários entrevistados pelo Facebook, usam os celulares para assistir vídeos antes de dormir, em especial conteúdos de humor ou de aprendizado, como notícias e eventos. De acordo com o Facebook IQ, “até 2021, mais de 78% do tráfego de dados móveis global será de vídeo”, portanto, saber adaptar seus vídeos criativos para a telinha do celular com conteúdos dinâmicos será cada vez mais uma necessidade.

Vídeos na telinha

Apesar de muitos ainda associarem a produção de vídeos com elaboradas campanhas e roteiros complexos, vemos cada vez mais que lives espontâneas, vídeos curtos e diretos, ou que mostram os bastidores de eventos são ótimas estratégias para deixar a marca mais despojada, dinâmica e próxima da linguagem dos usuários que já estão acostumados a engajar nessas redes sociais.

Essa, talvez, seja a principal dica para quem quer começar a aproveitar a vantagem dos vídeos nas redes sociais: testar os diferentes formatos que estão disponíveis e adaptar o conteúdo para cada uma das redes, sempre priorizando vídeos curtos que possam ser exibidos para quem não tem uma conexão tão estável ou só está passando os conteúdos pela timeline. Use a criatividade para chamar a atenção logo nos primeiros segundos de exibição e deixe os vídeos longos, que também são importantes, para o seu canal oficial, por exemplo.

Assim, testar conteúdos divertidos, mais dinâmicos, de bastidores ou que sejam complementos de campanhas na TV, por exemplo, podem deixar sua marca com uma interação mais amigável e próxima do que o público já está consumindo nas redes sociais. Dê um play e aproveite!

Receba conteúdos como este em seu e-mail

Mais Conteúdos Relacionados

tom de voz

A importância do tom de voz para todas as suas redes sociais

Fortaleça sua marca B2B com um tom de voz consistente em todas suas redes sociais e conquiste conexões duradouras com
seo significado

SEO significado: técnicas que colocam sua empresa na primeira página do Google

Você ainda não sabe do que se trata SEO significado e nem como ele pode ajudar no ranqueamento da sua

setembro amarelo

Setembro amarelo: como um chatbot pode ajudar na saúde mental

Você sabia que um chatbot pode ser um excelente aliado em campanhas sociais e de saúde pública? Acompanhe o nosso

público-alvo ideal

Construa uma estratégia de SEO focada no público-alvo ideal

Planejar o SEO de seu site sem uma boa estratégia é como construir uma casa sem planta: você até pode

Como produzir vídeos para marcas nas redes sociais?

Conheça algumas dicas fundamentais para não errar na hora de produzir conteúdo em vídeo para marcas nas redes sociais.
Influenciadores LGBTQI+

Influenciadores LGBTQI+ : O que eles podem nos ensinar?

Junho é o mês do orgulho LGBTQI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex), já que no dia 28,